sábado, 16 de outubro de 2010

Dê as boas-vindas à GeForce GTS 450 da NVIDIA


Baseada na arquitetura Fermi, o novo equipamento foi elaborado para elevar a experiência visual dos gamers a um alto nível de desempenho.

A NVIDIA anunciou hoje o lançamento de sua mais nova placa de vídeo, a GeForce GTS 450, com 1 GB de memória GDDR5 que roda a mais de 3 GHz. A unidade de processamento gráfico (GPU) aparece como a melhor opção para trabalhar com o DirectX 11, com um efeito de antisserrilhamento até quatro vezes maior do que outras placas.

A velocidade de processamento também foi aprimorada, chegando a ser até 65% mais rápida do que as concorrentes similares. Internamente, a GTS 450 trabalha a 783 MHz. Ela possui conectores mini HDMI e DVI, bem como suporte para CUDA, PhysX, 3D Vision, Nvidia Surround e SLI de duas vias.
 
Os recursos da nova GPU possibilitam um trabalho amplo e realista com elementos em três dimensões em jogos e discos Blu-ray. Quem é apaixonado por jogos e quer rodar no seu computador os games mais badalados do momento pode se preparar para adquirir a GeForce GTS 450 e ter novas e surpreendentes experiências visuais.

A placa já pode ser encontrada em equipamentos de diversas marcas: ASUS, ECS, EVGA, MSI, Point of View, XFX, Zogiz e Zotac e seu preço de lançamento nos EUA é de 129 dólares, aproximadamente 220 reais. Fonte

Stuxnet: o vírus da pesada


O vírus mais temido da atualidade já invadiu computadores de automatização industrial em vários países! Saiba agora como ele age.

Esqueça grande parte do que você sabe sobre vírus de computadores, pois este que estamos tratando agora vai muito mais além. Recentemente foi descoberto um novo tipo de praga que está fazendo com que muitos programadores da Microsoft percam seus cabelos (e possivelmente seus empregos, em alguns casos).

Explorando uma falha bastante grave do sistema operacional Windows, o worm (tipo de praga virtual que funciona de maneira similar aos vírus, mas é autorreplicante) não parece possuir pretensões de atacar computadores domésticos, mas está causando estragos sérios a indústrias de vários países.

O que ele faz?

O Stuxnet é um programa malicioso que atacou, até agora, apenas sistemas de controle industrial da marca Siemens (SCADA). O problema é que estes sistemas são utilizados por muitas indústrias, inclusive indústrias nucleares. O que as pesquisas disseram até agora é que ele se espalha por meio de pendrives infectados, devido à falha no Windows que ainda não foi solucionada.

Atacando estes sistemas de controle industrial (que utilizam o Windows), o Stuxnet realiza uma ponte entre o computador invadido e um servidor remoto, que é para onde vão todas as informações roubadas pelo worm. Neste processo são capturados projetos de pesquisa e relatórios, além de permitir o acesso remoto às configurações do sistema SCADA.

Este sistema SCADA é o que permite que fábricas utilizadores de sistemas automatizados possam ser controladas sem a presença de humanos em todos os locais das linhas de produção. Amplamente empregados, podem ser encontrados desde em pequenas fábricas de gêneros alimentícios até em usinas de produção energética (o grande perigo).

Quando foi detectado?

A primeira vez em que foram divulgados relatos sobre infecções causadas pelo Stuxnet foi em junho deste ano, forçando a Microsoft a lançar correções para o sistema operacional e ao que tudo indica, esta versão dele foi criada em março (mas relatórios da Microsoft afirmam que ele já existe desde janeiro).

Em setembro foi lançado o segundo pacote de atualizações do Windows para tentar corrigir as falhas, mas mesmo assim ainda há brechas para que o worm consiga invadir os sistemas SCADA para capturar informações.

Onde ele já agiu?

Além da indústria nuclear iraniana, o Stuxnet também já foi detectado em milhões de computadores chineses, milhares de computadores na Índia, Indonésia, Estados Unidos, Austrália, Inglaterra e Paquistão. Números não oficiais também apontam para infecções na Alemanha e outros países na Europa.

Quem está por trás?

Esta é a questão mais complicada de todas, pois até agora não surgiram informações concretas sobre quem é o responsável pelos ataques. O que se sabe é que o – provavelmente – grupo fez um trabalho profissional, pois a ação exigiu conhecimento profundo em vários campos de ciências que crackers domésticos não poderiam possuir.

Há quem diga que se trata de um ataque financiado por algum governo. Por ter atingido computadores de uma planta do reator nuclear Bushehr, alguns especulam que o grupo de crackers seja composto ou financiado por israelenses, mas estas denúncias ainda são apenas especulações.

Para membros de alto escalão de agências de espionagem e contraespionagem, como a britânica, isso faz parte dos primeiros ataques comprovados de uma guerra cibernética. Seria o conflito mais desleal já visto, porque ao contrário do que acontece normalmente em batalhas, nesse caso não há informações concretas sobre quem são os inimigos.

Quais os objetivos?

Por ter atingido vários países em todo o mundo, mas ter causado danos singulares no Irã, suspeita-se que o grupo criador do Stuxnet tenha objetivos de sabotar todo o programa nuclear iraniano. Independente de quais tenham sido os objetivos, os resultados das infecções foram inéditos e merecem atenção.

Foi a primeira vez que malwares foram responsáveis por danos em escala “terrorista”. Nos anos 90 os crackers foram acusados de muitos ataques para destruição de dados e danificação de sistemas domésticos; nos anos 2000 os objetivos eram mais audaciosos, como desviar dinheiro e invadir contas; agora já começa a se falar em “cyberterrorismo”.

E agora, quem irá nos defender?

Infelizmente, como ainda não há informações sobre os culpados, não há como saber o que vai acontecer com eles. As punições dependem muito do local em que os criminosos estiverem agindo. O que se sabe é que o Stuxnet não deve chegar até seu computador de casa, pois este não parece ser o objetivo do grupo criador da praga.

Mas se você quer ter certeza de que seu computador não está infectado por essa praga. Baixe e execute o BitDefender Stuxnet Removal Tool. A ferramenta realiza varreduras e caso encontre o arquivo malicioso no sistema operacional, realiza os procedimentos de exclusão e limpeza necessários. Fonte

DVD Vs. Blu-ray


Os discos Blu-ray já chegaram ao Brasil há algum tempo, embora ainda seja algo pouco popular no país. Nesta pequena matéria pretendo apontar as principais diferenças entre o novo formato e o DVD, para quem estiver pensando em aposentar o velho DVD não se arrepender depois.

Diferença 1: um disco Blu-ray pode armazenar de 25GB até 50GB, enquanto um DVD, 4.7Gb até 8.5GB. Quem entende o mínimo de computadores já percebeu que o Blu-ray é um disco de alta capacidade, por isso os filmes possuem melhor qualidade de som e imagem, ideal para as TV’s Full HD e HD Ready. Ou seja, se você tem aquela TV “tubão”, esquece, pois comprar um aparelho Blu-ray será perda de tempo (e dinheiro).

Diferença 2: um disco Blu-ray custa em torno de 80 reais, e duvido muito que camelôs já vendam o novo disco (me avisem se eu estiver enganada!). Logo, se você não gosta de pagar nem 40 reais por um DVD, não faz sentido aderir ao Blu-ray no momento.

Diferença 3: O aparelho leitor de Blu-ray também possui (ainda) um preço um pouco salgado. Os preços variam de 499 reais até 799 reais, dependendo da loja e do modelo do aparelho. Vale lembrar que um leitor de Blu-ray também lê discos de DVD, então você não precisará se desfazer de sua “dvdteca”. Fonte

Telefônica ganha mais uma concorrente no estado de São Paulo


GVT anuncia oferta de serviços de telefonia fixa e banda larga mas, por enquanto, apenas para as cidades de Sorocaba e Jundiaí

A Telefônica ganhou mais uma concorrente no estado de São Paulo. A operadora GVT anunciou nesta segunda-feira, 2/08, o seu início na oferta de serviços de telefonia fixa e banda larga para os clientes domésticos do estado, começando pelas cidades de Sorocaba e Jundiaí.

A companhia, que pretende atender 28 mil assinantes de internet e voz (cerca de 30% da cobertura geográfica das duas cidades) investiu 40 milhões na construção de uma rede própria e promete banda larga ao consumidor final de até 100 Mbps.

De acordo com a A GVT, que já atua no mercado paulista, mas apenas no segmento corporativo, a escolha das duas cidades como mercados iniciais para o seu investimento no setor doméstico se deu graças à intensa atividade econômica e localização estratégica dos municípios no estado de São Paulo.

A empresa já atua também no varejo em Minas Gerais e Espirito Santo, além de municípios no Sul, Centro Oeste e Nordeste. Fonte

Western Digital quer fabricar 4 milhões de HDs no Brasil


A empresa, em parceria com a Digitron, afirma que os novos HDs devem chegar ainda em outubro

A Western Digital anunciou nesta quinta-feira (14) o início da fabricação de discos rígidos no Brasil. A empresa quer fabricar cerca de 4 milhões de HDs no país nos próximos 12 meses, contando com a ajuda da brasileira Digitron.

As duas empresas dividiram o investimento de R$ 10 milhões na nova operação na Zona Franca de Manaus, que irá produzir cerca de 2% da produção total da Western Digital em todo mundo.

Os 4 milhões de discos rígidos, que custam no total US$ 175 milhões, vão suprir apenas o mercado interno do Brasil. Isso porque o mercado brasileiro cresce em ritmo muito mais acelerado do que o global de computadores. Neste ano, os fabricantes brasileiros de computadores venderam 14 milhões de novas máquinas, entre desktops e notebooks.

Os primeiros HDs da empresa fabricados no Brasil devem chegar ao mercado ainda em outubro. Fonte

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Sua senha é segura o suficiente?

Hoje em dia na internet nós somos obrigados a usar senhas para acessar tudo quanto é site: Orkut, MSN, Twitter, Facebook. Sem contar o site do banco, o computador do trabalho e outras atividades que realmente precisam ter a segurança da informação garantida. E você já se perguntou se sua senha é segura o suficiente?
O site How Secure Is My Password? responde esta pergunta. Nele você digita sua senha e o site calcula um tempo estimado para que um hacker usando um computador doméstico levaria para descobrir sua senha.
Se o resultado for na casa dos minutos/horas/dias, cuidado: sua senha provavelmente é muito fácil de ser descoberta.

Algumas dicas de como ter uma senha segura é construir a mesma usando:

•No mínimo 8 caracteres.
•Usar letras e números.
•Letras maiúsculas e minúsculas.
•Caracteres especiais se possível (como: ?!#@$*%).

Fonte

domingo, 3 de outubro de 2010

Golpes on-line invadem jogo de RPG World of Warcraft


Da Folha Online - 01/10/2010 - 13h14

Fanáticos por RPG devem ficar atentos às ameaças virtuais que vêm se espalhando pelo WoW (World of Warcraft). Com mais de 11,5 milhões de assinantes, o jogo desenvolvido pela Blizzard Entertainment tornou-se um dos mais populares do mundo e, consequentemente, alvo de criminosos. Diante disso, a Trend Micro, empresa especializada em segurança virtual, fez uma pesquisa para descobrir algumas das fraudes que mais acometem o game.
A mais comum é uma mensagem que chega pelo sistema de chat do WoW para oferecer presentes virtuais ao jogador, como animais de estimação, montarias e veículos que fazem parte do jogo. Para adquirir esses prêmios, o usuário deve se registrar em um website incluso na mensagem, que na verdade é um site de phishing ("pescaria" em inglês, site feito para capturar dados pessoais), criado para roubar da vítima suas credenciais no Battle.net; domínio de jogos online da Blizzard.
Outra nova abordagem observada é a utilização do sistema postal do WoW. Neste truque, URLs de phishing são enviadas pelo correio do game e aparecem nas caixas de entrada dos jogadores. A mensagem combina vários elementos de outros lançamentos da Blizzard, como Starcraft 2, e a próxima expansão do WoW, o Cataclysm. Para aumentar ainda mais a credibilidade, a URL maliciosa contém as palavras worldofwarcraft e uma abreviação de Cataclysm.

MANIPULAÇÃO

Criminosos que atuam no WoW também se utilizam de uma tática que consiste em se passar por uma autoridade. Simulam ser funcionários da Blizzard, e ameaçam suspender as contas dos jogadores caso estes não se registrem em um website incluso numa mensagem do chat. Como o link direciona a um site muito parecido com o original, o usuário pode ser levado a crer que esta URL tenha relação com o WoW Armory, um site oficial com informações sobre personagens e itens do jogo. Porém, da mesma maneira que o ataque mencionado anteriormente, o jogador é conduzido a um site de phishing.
Para proteger seus clientes, a Blizzard intensificou sua campanha informativa na página sobre segurança do Battle.net. Além disso, a empresa fornece maneiras bastante acessíveis dentro do jogo para denunciar usuários que abusam dos sistemas de chat e de correio. Fonte