quarta-feira, 20 de abril de 2011

Ranking de Abril/2011 dos Navegadores

A velocidade média da internet no Brasil

Pesquisas revelam a velocidade média da conexão brasileira à internet. Aproveite e descubra também qual é a média em algumas cidades do país e como testar sua conexão!

Muita coisa mudou desde que a internet chegou ao Brasil, há 20 anos. Novas tecnologias usadas em aplicações online acabam exigindo conexões cada vez mais rápidas com a internet. Felizmente, a banda larga está cada vez mais popular em nosso país e o cenário deve melhorar com as propostas do governo para democratizar o acesso à internet.



Porém, por mais que a situação atual seja favorável, sabemos que ainda há muito trabalho pela frente. Com a popularidade de serviços online, como programas executados na nuvem e streamings de conteúdo multimídia, é essencial que o Brasil possa competir por igual com o resto do mundo. Caso contrário, nosso domínio tecnológico poderia terminar obsoleto.

Mas qual é a velocidade média da conexão brasileira à internet? Chegamos a nos destacar no cenário internacional? Qual posição ocupamos no ranking mundial? Leia o artigo, analise o nosso infográfico e, de quebra, aprenda a calcular a velocidade média da sua conexão.

O relatório Nielsen

Recentemente, a empresa The Nielsen Company divulgou um estudo sobre o uso e a qualidade das conexões de banda larga no mundo. Com base em dados coletados durante o mês de fevereiro de 2011, a instituição analisou nove países — entre eles, o Brasil — e analisou a influência da velocidade da conexão no tempo despendido pelos usuários online.

Para demonstrar os resultados da pesquisa, a Nielsen classificou a velocidade da conexão em quatro grupos:

•lenta: até 512 Kbps;

•média: de 512 Kbps a 2 Mbps;

•rápida: de 2 a 8 Mbps; e

•super-rápida: acima de 8 Mbps.

Para o consumidor final, os dados publicados pelo relatório são satisfatórios. A conexão rápida (2 a 8 Mbps) é a mais comum em oito dos nove países pesquisados: Suíça, Estados Unidos, Alemanha, Austrália, Reino Unido, França, Espanha e Itália. Apenas uma pequena parcela da população usa conexões lentas, enquanto cerca de 19% dos internautas navegam com uma velocidade considerada super-rápida.

Leia mais no Baixaki: http://www.tecmundo.com.br/9683-a-velocidade-media-da-internet-no-brasil-infografico-.htm

O que são threads em um processador?

Definimos e exemplificamos o termo para você. Conheça o que difere os processadores multithread dos comuns.

Se você está lendo este artigo, é porque deve ter conhecimentos básicos para acessar a internet e navegar até o Tecmundo. Além disso, suas noções sobre informática devem comportar certas informações sobre o funcionamento básico de um computador.



Claro, você já ouviu falar em processador, conhece marcas como Intel e AMD, tem ideia de que a CPU faz cálculos, de que ela conta com núcleos e, possivelmente, sabe muito mais do que tudo isso. No entanto, existem coisas que nem sempre são esclarecidas, como é o caso de alguns termos americanos que aparecem quando falamos sobre os processadores.

Uma das palavras mais misteriosas nesse sentido é a “thread”. No que se refere a hardware, essa palavra apareceu no Brasil quando surgiram os primeiros modelos de processador com múltiplos núcleos. A princípio era fácil compreender que um dual-core tinha dois núcleos.

Entretanto, com a evolução das arquiteturas nas CPUs, surgiu o suporte para múltiplos threads (multithreading). E é aí que muitas pessoas se perguntaram o que realmente mudava. Afinal, o que é essa palavra? Faz diferença um processador trabalhar com o dobro de threads? Isso é o que vamos explicar agora!

Leia mais no Baixaki: http://www.tecmundo.com.br/9669-o-que-sao-threads-em-um-processador-.htm

Dicas do Windows 7: conhecendo a Área de trabalho

Se você ainda não está familiarizado com o Windows 7, comece por este simples tour pela Área de trabalho e não se perca.



Leia mais no Baixaki: http://www.tecmundo.com.br/9677-dicas-do-windows-7-conhecendo-a-area-de-trabalho.htm

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Desmistificando os dados nos detalhes da conexão de rede

Saiba o que são aqueles itens presentes nos detalhes de uma conexão.

Se algum dia você já precisou abrir as propriedades de conexão em seu computador, deve ter observado que há uma série de números e siglas. Outro detalhe reside no fato de que, normalmente estas especificações são acessadas por meio do IPV4. Você já parou para pensar o que é tudo isso?

Se você sempre quis saber o que eram os dados exibidos na sua conexão de rede, abaixo segue uma pequena descrição de cada um deles.


IPV4 ou IPV6?

A sigla representando o nome de ambos vem de Internet Protocol Version 4 e 6. Você já deve ter percebido que sempre que as propriedades da rede são abertas é a partir do IPV4 na lista em vez de no IPV6. A diferença entre eles é que os protocolos do tipo IPv4 utilizam endereços de 32 bits, o que é suficiente para conectar à rede cerca de 4.3 bilhões de computadores.

O IPv6, utiliza endereços de 128 bits, por isso suporta um número muito maior de dispositivos. Devido ao crescimento dos usuários da internet, em breve a quantidade de usuários suportada pelo IPV4 não será mais suficiente para atender a demanda. Segundo a previsão de especialistas, os endereços restantes do IPv4 serão esgotados até 2012 o que fará necessária a migração para o IPV6.

Endereço IP

O IP, do inglês “Internet Protocol” (Protocolo de Internet), é um dos protocolos principais da Camada de Internet. Ele é o responsável pela entrega de pacotes por toda a rede, efetuando o direcionamento deles (do host para seu destinatário final) baseado nos endereços de cada um.

Cada computador conectado à Internet possui um endereço IP para a sua identificação, como o que aparece quando você acessa as propriedades de conexão de seu computador. Esses números estão no formato decimal, entretanto eles são interpretados pelo computador como binários. Observe que eles são separados por quatro pontos, como na imagem abaixo:

Cada uma dessas partes é chamada de octeto, pois em sua forma binária elas são compostas por oito números. Eles são separadores e utilizados para criar classes de endereços IP. Se você somar todas as posições, o total é de 32 e é por isso que os endereços de IP são considerados como contendo 32 bits.

Máscara de sub-rede

A máscara de sub-rede, falando de uma maneira simples, tem uma estrutura parecida com um endereço IP. Ela também é composta por 32 bits e serve para “mascarar” parte do endereço IP. Entretanto, ela aparece com valores representados por números entre 0 e 255.

Ela tem como principal função notificar ao roteador que as mensagens (com emissor e destino) possuem um endereço distinto. Ela permite reconhecer a parte do identificador de rede e do host. Por meio da máscara de sub-rede o roteador sabe que, se os três primeiros números são compartilhados, os pacotes devem permanecer na rede e não ser transmitidos para outra distinta, por exemplo.

Gateway padrão

O gateway padrão é o responsável por indicar um roteiro padronizado que é utilizado pelo protocolo TCP/IP para comunicar-se com os hosts em outras redes. Eles são essenciais para garantir que o roteamento pelo IP funcione de forma otimizada e eficiente.

É pelo gateway que um roteador percebe que existem redes externas e sabe como se conectar a elas. Se o gateway padrão tiver alguma falha, a comunicação com a internet e redes remotas é prejudicado.

Servidor DNS Preferencial e Alternativo

A sigla DNS, do inglês Domain Name System, é uma espécie de sistema para a tradução de endereços de IP para nomes de domínios. Assim, é possível atribuir nomes a um IP numérico, pois o DNS será responsável por efetuar a interpretação das palavras que foram utilizadas e transformá-las em números, de forma que o computador as compreenda e devolva o caminho correto por meio do acesso bem sucedido.

Existem dois tipos básicos de DNS em uma conexão, o preferencial e o alternativo (também chamados de DNS primário e secundário). O primeiro seria o local no qual o seu computador procura quando você digita um endereço na internet. Caso ele não seja uma identificação boa o suficiente para completar a tarefa, ele tenta buscar no que foi especificado como secundário.

Leia mais no Baixaki: http://www.tecmundo.com.br/9603-desmistificando-os-dados-nos-detalhes-da-conexao-de-rede.htm

Quais as diferenças entre os processadores Intel Core i3, i5 e i7 da primeira e segunda geração?

Conheça os novos processadores Intel e as principais novidades da arquitetura Sandy Bridge.

Em março do ano passado (2010), publicamos uma matéria a respeito das diferenças entre os processadores da família Intel Core, mais especificamente os modelos i3, i5 e i7. Agora, mais de um ano depois, vamos esclarecer as principais mudanças nas CPUs que integram a segunda geração dessa linha.



Lançados no início deste ano, os processadores com microarquitetura Sandy Bridge vêm para mostrar um salto em desempenho computacional. Baseados na arquitetura prévia Nehalem, essas novas CPUs contam com muitas características semelhantes. Todavia, existem mudanças que fazem dessa evolução na linha Intel Core um grande marco na história da maior fabricante de processadores.

Tudo igual... Entretanto, muito diferente

Como a própria Intel denomina, os novos Intel Core i3, i5 e i7 são processadores pertencentes à segunda geração de uma arquitetura que mostrou excelentes resultados. E justamente por não se tratar de um uma nova linha é que muitas configurações são semelhantes.

Leia mais no Baixaki: http://www.tecmundo.com.br/9578-quais-as-diferencas-entre-os-processadores-intel-core-i3-i5-e-i7-da-primeira-e-segunda-geracao-.htm

terça-feira, 12 de abril de 2011

14ª Feira do Estudante - EXPO CIEE 2011

O evento
 
A 14ª Feira do Estudante – EXPO CIEE 2011 é uma iniciativa do Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE. Fundado há 47 anos o CIEE é uma organização não governamental (ONG), filantrópica e sem fins lucrativos, que tem como finalidade principal a inclusão profissional de jovens estudantes no mercado de trabalho, por meio de programas de estágio e de aprendizagem, contando com a parceria de 250 mil empresas e órgãos públicos de todo o País.
 
Objetivo
 
A feira de 2011 tem por objetivo criar um ambiente vivencial e interativo onde estudantes possam ter a oportunidade de participar da troca de informações que auxiliem a compreender, planejar e aprimorar a sua carreira. Tudo isso em um espaço que une segmentos empresariais e acadêmicos, sempre considerando a educação e o jovem como chaves para o futuro.
 
Público alvo
 
O evento é direcionado ao público jovem: estudantes do ensino médio, técnico e superior.
 
Local
 
BIENAL DO PARQUE DO IBIRAPUERA / SP
Av. Pedro Álvares Cabral, 1 - São Paulo/SP
Acesso para pessoas com deficiência

Quando

27, 28 e 29 de maio de 2011
Sexta • Sábado – das 10h às 20h
Domingo - das 10h às 18h