Rumores sobre a nova versão do sistema operacional da Microsoft não faltam. Mas o que realmente pode surgir com o Windows 8?
É fato que ainda falta um bom tempo para o lançamento oficial da nova versão do sistema operacional da Microsoft – ao que tudo indica, um ano a mais de espera. Entretanto, a plataforma tem gerado inúmeras especulações sobre as reformulações que estaria recebendo, intensificadas após o vazamento de instaladores na web.
Sites especializados em tecnologia de todo o mundo vasculham indícios deixados pela empresa em busca de algo que revele um ou outro recurso que será empregado. Todavia, com tantos rumores, é difícil saber o que se fará presente no SO.
Ainda em 2010, o Tecmundo publicou o artigo “Quais recursos devemos esperar no Windows 8?”, o qual explicita as novidades que, na época, estavam causando murmúrios na mídia. Fomos atrás de informações e trouxemos para nossos leitores o que está próximo de se tornar realidade e aquilo que não passou de boatos infundados.
Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/10381-13-coisas-que-podemos-esperar-no-windows-8.htm
Acompanhe aqui as novidades em hardware, manutenção, montagem, detecção de defeitos e muito mais.
sábado, 4 de junho de 2011
Ballmer dá dicas de que Windows 8 deve chegar em 2012
Em conferência da Microsoft, o CEO da empresa afirmou que a próxima geração dos sistemas Windows será lançada no ano que vem.
Até agora, tudo o que tínhamos sobre o futuro do Windows eram rumores e algumas versões de testes sem acabamentos. Mas no momento em que Steve Ballmer, CEO da Microsoft, diz algo a respeito, podemos afirmar que as histórias começam a ficar mais próximas da realidade. Imagine então quando ele diz, com todas as letras: “A próxima geração dos sistemas Windows chegará no próximo ano”.
Pois foi isso que aconteceu durante uma conferência da Microsoft, realizada apenas para desenvolvedores japoneses. Ele também afirmou que outros dispositivos eletrônicos também devem receber suas próprias versões do sistema operacional, por isso é bom ficarmos de olho em possíveis Windows, especialmente criados para tablets.
O que Ballmer não confirmou foi o nome do novo sistema operacional. Caso siga as últimas tendências, ele será chamado de Windows 8 (e é o que todos esperam), porém, isso ainda é uma especulação. Funcionalidades e recursos também não foram confirmados, mas se espera que o suporte ao touchscreen seja melhorado para os tablets.
Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/10243-ballmer-da-dicas-de-que-windows-8-deve-chegar-em-2012.htm
Até agora, tudo o que tínhamos sobre o futuro do Windows eram rumores e algumas versões de testes sem acabamentos. Mas no momento em que Steve Ballmer, CEO da Microsoft, diz algo a respeito, podemos afirmar que as histórias começam a ficar mais próximas da realidade. Imagine então quando ele diz, com todas as letras: “A próxima geração dos sistemas Windows chegará no próximo ano”.
Pois foi isso que aconteceu durante uma conferência da Microsoft, realizada apenas para desenvolvedores japoneses. Ele também afirmou que outros dispositivos eletrônicos também devem receber suas próprias versões do sistema operacional, por isso é bom ficarmos de olho em possíveis Windows, especialmente criados para tablets.
O que Ballmer não confirmou foi o nome do novo sistema operacional. Caso siga as últimas tendências, ele será chamado de Windows 8 (e é o que todos esperam), porém, isso ainda é uma especulação. Funcionalidades e recursos também não foram confirmados, mas se espera que o suporte ao touchscreen seja melhorado para os tablets.
Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/10243-ballmer-da-dicas-de-que-windows-8-deve-chegar-em-2012.htm
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Sistema de arquivos NTFS
Introdução
O NTFS (New Technology File System) é um sistema de arquivos que surgiu com o lançamento do Windows NT. Sua confiabilidade e desempenho fizeram com que fosse adotado nos sistemas operacionais posteriores da Microsoft, como Windows XP, Windows Vista, Windows 7 e Windows Server 2008. Mas, quais são as principais características do NTFS? No que esse sistema de arquivos se diferencia? De fato, o que é NTFS? As respostas para estas e outras questões você confere a seguir.
Antes, o que é um sistema de arquivos?
Não é possível gravar dados em um HD ou em qualquer outro dispositivo de armazenamento de forma a manter as informações acessíveis e organizadas sem um sistema de arquivos (file system) - essencialmente, um tipo de estrutura que indica como os arquivos devem ser gravados e lidos pelo sistema operacional do computador.
É o sistema de arquivos que determina como as informações podem ser guardadas, acessadas, copiadas, alteradas, nomeadas e até apagadas. Ou seja, resumindo, toda e qualquer manipulação de dados em um dispositivo de armazenamento necessita de um sistema de arquivos para que estas ações sejam possíveis. Sem um sistema de arquivos, os dados armazenados seriam apenas um conjunto de bits sem utilidade.
Há vários sistemas de arquivos disponíveis, para os mais diversos sistemas operacionais e para as mais variadas finalidades.
Como o NTFS surgiu?
O NTFS é um sistema de arquivos amplamente utilizado nos sistemas operacionais da Microsoft. Sua primeira aparição foi no Windows NT, sistema operacional para uso em servidores cuja primeira versão foi lançada em 1993. No entanto, a história do NTFS começa muito antes disso.
Até aquela época, a Microsoft não possuía nenhum sistema operacional capaz de fazer frente ao Unix e suas variações em aplicações de servidores. Seus principais produtos eram o MS-DOS e a linha Windows 3.x, essencialmente, sistemas operacionais para uso doméstico ou em escritório. Era preciso criar algo novo, capaz de disputar mercado com as soluções baseadas em Unix. Foi aí que surgiu o Windows NT.
De nada adianta um sistema operacional novo se o seu sistema de arquivos for limitado. Na época, a Microsoft tinha em mãos o sistema de arquivos FAT. Este funcionava razoavelmente bem em aplicações domésticas, mas não serviria aos propósitos do novo projeto por uma série de restrições, entre elas, baixa tolerância a falhas, inviabilidade de uso de permissões de arquivos e limitações para o trabalho com grande volume de dados.
Para superar esses e outros problemas, a Microsoft decidiu utilizar o NTFS. Porém, ao contrário do que muita gente pensa, a empresa não desenvolveu esse sistema de arquivos sozinha. Ela utilizou como base o HPFS (High Performance File System), sistema de arquivos que tinha a IBM por trás.
No início da década de 1980, ambas as companhias fecharam um acordo para o desenvolvimento do OS/2, um sistema operacional até então moderno, que se destacaria por sua capacidade gráfica (naquela época, era muito comum o uso de sistemas operacionais baseados em linha de comando).
O problema é que, logo, Microsoft e IBM passaram a divergir em relação a diversos pontos. Como consequência, desfizeram a parceria. A IBM continuou tocando o projeto do OS/2, enquanto que a Microsoft foi cuidar de seus interesses, mais precisamente, do projeto que resultou no Windows NT. No entanto, a companhia não abandonou a parceria de mãos vazias: levou vários conceitos do HPFS - o sistema de arquivos do OS/2 - relacionados à segurança, confiabilidade e desempenho para posteriormente implementá-los no NTFS.
Sabe-se também que o NTFS tem alguma relação com o Files-11, sistema de arquivos do sistema operacional VMS, que passou às mãos da Compaq em 1998, empresa que posteriormente foi adquirida pela HP. Quando os trabalhos no VMS estavam em andamento, parte de sua equipe se transferiu para Microsoft, com destaque para o engenheiro de software Dave Cutler, um dos nomes por trás do NTFS e do próprio Windows NT
Leia mais: http://www.infowester.com/ntfs.php
O NTFS (New Technology File System) é um sistema de arquivos que surgiu com o lançamento do Windows NT. Sua confiabilidade e desempenho fizeram com que fosse adotado nos sistemas operacionais posteriores da Microsoft, como Windows XP, Windows Vista, Windows 7 e Windows Server 2008. Mas, quais são as principais características do NTFS? No que esse sistema de arquivos se diferencia? De fato, o que é NTFS? As respostas para estas e outras questões você confere a seguir.
Antes, o que é um sistema de arquivos?
Não é possível gravar dados em um HD ou em qualquer outro dispositivo de armazenamento de forma a manter as informações acessíveis e organizadas sem um sistema de arquivos (file system) - essencialmente, um tipo de estrutura que indica como os arquivos devem ser gravados e lidos pelo sistema operacional do computador.
É o sistema de arquivos que determina como as informações podem ser guardadas, acessadas, copiadas, alteradas, nomeadas e até apagadas. Ou seja, resumindo, toda e qualquer manipulação de dados em um dispositivo de armazenamento necessita de um sistema de arquivos para que estas ações sejam possíveis. Sem um sistema de arquivos, os dados armazenados seriam apenas um conjunto de bits sem utilidade.
Há vários sistemas de arquivos disponíveis, para os mais diversos sistemas operacionais e para as mais variadas finalidades.
Como o NTFS surgiu?
O NTFS é um sistema de arquivos amplamente utilizado nos sistemas operacionais da Microsoft. Sua primeira aparição foi no Windows NT, sistema operacional para uso em servidores cuja primeira versão foi lançada em 1993. No entanto, a história do NTFS começa muito antes disso.
Até aquela época, a Microsoft não possuía nenhum sistema operacional capaz de fazer frente ao Unix e suas variações em aplicações de servidores. Seus principais produtos eram o MS-DOS e a linha Windows 3.x, essencialmente, sistemas operacionais para uso doméstico ou em escritório. Era preciso criar algo novo, capaz de disputar mercado com as soluções baseadas em Unix. Foi aí que surgiu o Windows NT.
De nada adianta um sistema operacional novo se o seu sistema de arquivos for limitado. Na época, a Microsoft tinha em mãos o sistema de arquivos FAT. Este funcionava razoavelmente bem em aplicações domésticas, mas não serviria aos propósitos do novo projeto por uma série de restrições, entre elas, baixa tolerância a falhas, inviabilidade de uso de permissões de arquivos e limitações para o trabalho com grande volume de dados.
Para superar esses e outros problemas, a Microsoft decidiu utilizar o NTFS. Porém, ao contrário do que muita gente pensa, a empresa não desenvolveu esse sistema de arquivos sozinha. Ela utilizou como base o HPFS (High Performance File System), sistema de arquivos que tinha a IBM por trás.
No início da década de 1980, ambas as companhias fecharam um acordo para o desenvolvimento do OS/2, um sistema operacional até então moderno, que se destacaria por sua capacidade gráfica (naquela época, era muito comum o uso de sistemas operacionais baseados em linha de comando).
O problema é que, logo, Microsoft e IBM passaram a divergir em relação a diversos pontos. Como consequência, desfizeram a parceria. A IBM continuou tocando o projeto do OS/2, enquanto que a Microsoft foi cuidar de seus interesses, mais precisamente, do projeto que resultou no Windows NT. No entanto, a companhia não abandonou a parceria de mãos vazias: levou vários conceitos do HPFS - o sistema de arquivos do OS/2 - relacionados à segurança, confiabilidade e desempenho para posteriormente implementá-los no NTFS.
Sabe-se também que o NTFS tem alguma relação com o Files-11, sistema de arquivos do sistema operacional VMS, que passou às mãos da Compaq em 1998, empresa que posteriormente foi adquirida pela HP. Quando os trabalhos no VMS estavam em andamento, parte de sua equipe se transferiu para Microsoft, com destaque para o engenheiro de software Dave Cutler, um dos nomes por trás do NTFS e do próprio Windows NT
Leia mais: http://www.infowester.com/ntfs.php
Conheça a Memória DDR3 (Double Data Rate 3)
Introdução
As memórias DDR3 (Double Data Rate 3) chegaram ao mercado para substituir o padrão DDR2, tal como este substituiu o tipo DDR. A motivação dessa mudança é, como sempre, a necessidade de melhor desempenho. Neste artigo, você verá as principais características das memórias DDR3 e conhecerá suas diferenças em relação aos padrões anteriores.
Principais características das memórias DDR3
As memórias DDR se destacam em relação ao padrão anterior - memórias SDR SDRAM - porque são capazes de realizar duas operações de leitura ou escrita por ciclo de clock (em poucas palavras, a velocidade com a qual o processador solicita operações - entenda mais neste artigo sobre processadores). As memórias DDR2, por sua vez, dobram essa capacidade, realizando quatro operações por ciclo de clock.
O tipo DDR3 segue o mesmo caminho: dobra a quantidade de operações por vez em relação ao padrão anterior, ou seja, realiza 8 procedimentos de leitura ou gravação a cada ciclo de clock, quatro no início deste e outros quatro no final.
Para compreender melhor este aspecto, considere que, quando nos referimos ao ciclo de clock, estamos tratando da comunicação da memória com o exterior. Porém, a memória trabalha com uma frequência própria internamente.
Levando essa característica em conta mais a questão das operações por ciclo de clock, temos o seguinte cenário:
- Um módulo DDR-400, por exemplo, funciona internamente a 200 MHz, mas oferece 400 MHz por trabalhar com duas operações por ciclo (2 x 200);
- Um pente DDR2-800, que também funciona internamente a 200 MHz, pode oferecer 800 MHz, já que faz uso de quatro operações por vez (4 x 200).
- Seguindo a mesma lógica, podemos tomar como exemplo um módulo DDR3-1600 que, assim como os anteriores, funciona internamente a 200 MHz, no entanto, por utilizar 8 operações por ciclo de clock, pode oferecer 1.600 MHz (8 x 200).
Vale frisar que, em termos gerais, as taxas da frequência de comunicação externa são quatro vezes maiores que o clock interno. Com isso, um módulo que trabalhar internamente a 200 MHz funciona externamente a 800 MHz, por exemplo.
Há, no entanto, um aspecto onde a memória DDR3 leva desvantagem: a latência, em poucas palavras, o tempo que a memória leva para fornecer um dado solicitado. Quanto menor esse número, melhor. Eis as taxas mais comuns para cada tipo de memória:
- DDR: 2, 2,5 e 3 ciclos de clock;
- DDR2: 3, 4 e 5 ciclos de clock;
- DDR3: 7, 6, 8 ou 9 ciclos de clock.
Perceba que, com isso, um módulo DDR2 pode gastar até 5 ciclos de clock para começar a fornecer um determinado dado, enquanto que no tipo DDR3 esse intervalo pode ser de até 9 ciclos.
Para conseguir diminuir a latência, fabricantes fazem uso de vários recursos nos módulos DDR3, como um mecanismo de calibragem de sinal elétrico, que proporciona maior estabilidade nas transmissões.
No que se refere ao consumo de energia, as memórias DDR3 conseguem levar vantagem em relação às tecnologias anteriores: por padrão, trabalham com 1,5 V, contra 1,7 V e 2,5 V dos tipos DDR2 e DDR, respectivamente. É importante destacar, no entanto, que esses valores podem ser aumentados ligeiramente pelo fabricante para atender a determinadas necessidades - alcançar um determinado nível de clock, por exemplo.
Leia mais: http://www.infowester.com/memddr3.php
As memórias DDR3 (Double Data Rate 3) chegaram ao mercado para substituir o padrão DDR2, tal como este substituiu o tipo DDR. A motivação dessa mudança é, como sempre, a necessidade de melhor desempenho. Neste artigo, você verá as principais características das memórias DDR3 e conhecerá suas diferenças em relação aos padrões anteriores.
Principais características das memórias DDR3
As memórias DDR se destacam em relação ao padrão anterior - memórias SDR SDRAM - porque são capazes de realizar duas operações de leitura ou escrita por ciclo de clock (em poucas palavras, a velocidade com a qual o processador solicita operações - entenda mais neste artigo sobre processadores). As memórias DDR2, por sua vez, dobram essa capacidade, realizando quatro operações por ciclo de clock.
O tipo DDR3 segue o mesmo caminho: dobra a quantidade de operações por vez em relação ao padrão anterior, ou seja, realiza 8 procedimentos de leitura ou gravação a cada ciclo de clock, quatro no início deste e outros quatro no final.
Para compreender melhor este aspecto, considere que, quando nos referimos ao ciclo de clock, estamos tratando da comunicação da memória com o exterior. Porém, a memória trabalha com uma frequência própria internamente.
Levando essa característica em conta mais a questão das operações por ciclo de clock, temos o seguinte cenário:
- Um módulo DDR-400, por exemplo, funciona internamente a 200 MHz, mas oferece 400 MHz por trabalhar com duas operações por ciclo (2 x 200);
- Um pente DDR2-800, que também funciona internamente a 200 MHz, pode oferecer 800 MHz, já que faz uso de quatro operações por vez (4 x 200).
- Seguindo a mesma lógica, podemos tomar como exemplo um módulo DDR3-1600 que, assim como os anteriores, funciona internamente a 200 MHz, no entanto, por utilizar 8 operações por ciclo de clock, pode oferecer 1.600 MHz (8 x 200).
Vale frisar que, em termos gerais, as taxas da frequência de comunicação externa são quatro vezes maiores que o clock interno. Com isso, um módulo que trabalhar internamente a 200 MHz funciona externamente a 800 MHz, por exemplo.
Há, no entanto, um aspecto onde a memória DDR3 leva desvantagem: a latência, em poucas palavras, o tempo que a memória leva para fornecer um dado solicitado. Quanto menor esse número, melhor. Eis as taxas mais comuns para cada tipo de memória:
- DDR: 2, 2,5 e 3 ciclos de clock;
- DDR2: 3, 4 e 5 ciclos de clock;
- DDR3: 7, 6, 8 ou 9 ciclos de clock.
Perceba que, com isso, um módulo DDR2 pode gastar até 5 ciclos de clock para começar a fornecer um determinado dado, enquanto que no tipo DDR3 esse intervalo pode ser de até 9 ciclos.
Para conseguir diminuir a latência, fabricantes fazem uso de vários recursos nos módulos DDR3, como um mecanismo de calibragem de sinal elétrico, que proporciona maior estabilidade nas transmissões.
No que se refere ao consumo de energia, as memórias DDR3 conseguem levar vantagem em relação às tecnologias anteriores: por padrão, trabalham com 1,5 V, contra 1,7 V e 2,5 V dos tipos DDR2 e DDR, respectivamente. É importante destacar, no entanto, que esses valores podem ser aumentados ligeiramente pelo fabricante para atender a determinadas necessidades - alcançar um determinado nível de clock, por exemplo.
Leia mais: http://www.infowester.com/memddr3.php
Dicas do Windows 7: como trocar temas
Dê cara nova ao seu Windows 7 em poucos cliques!
Leia mais no Baixaki: http://www.tecmundo.com.br/9698-dicas-do-windows-7-como-trocar-temas.htm
Leia mais no Baixaki: http://www.tecmundo.com.br/9698-dicas-do-windows-7-como-trocar-temas.htm
Dicas do Windows 7: conhecendo o Menu Iniciar
Veja como acessar programas de maneira muito prática com os recursos do Menu Iniciar do Windows 7.
Leia mais no Baixaki: http://www.tecmundo.com.br/9696-dicas-do-windows-7-conhecendo-o-menu-iniciar.htm
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