quinta-feira, 21 de outubro de 2010

AMD aposta que recursos gráficos trarão vantagem contra Intel

DA REUTERS, EM SAN FRANCISCO

A Advanced Micro Devices está apostando que os recursos gráficos de seus novos chips oferecerão à empresa uma chance de recuperar o terreno perdido para a líder do setor, a Intel.

Embora detalhes sobre desempenho e custo dos novos chips não tenham sido divulgados, alguns analistas afirmam que a estratégia da AMD de destacar os processadores gráficos propicia vantagem à empresa, enquanto a Intel se prepara para o lançamento de sua nova família de chips em 2011.

As novas linhas das duas empresas combinam processamento gráfico e processamento convencional --componentes que em geral funcionam em separado nos computadores-- em um esforço para melhorar o desempenho a baixo custo.

Mas o ponto forte da Intel, suas unidades de processamento central (CPUs), continuará a ser a espinha dorsal da nova linha da empresa, que porta o codinome Sandy Bridge, enquanto os chips AMD Fusion enfatizarão as unidades de processamento gráfico, ou GPUs.

"O futuro da computação está tomando esse rumo", disse Hans Mosesmann, analista da Raymond James. "É uma grande maneira não só de melhorar o desempenho como de fazê-lo de maneira mais eficiente."

Recursos que os consumidores apreciam cada vez mais em seus aparelhos, tais como filmes em alta definição, fotos de alta resolução e jogos de ritmo intenso, significam que os computadores agora precisam ser projetados do zero tendo o aspecto gráfico em mente, afirma a AMD.

O uso crescente de animações e vídeos na Internet também pode ampliar a necessidade de potência gráfica.

"A AMD fez essa aposta alguns anos atrás e agora se tornou claro que, no futuro, a boa experiência do consumidor dependerá tanto da GPU quanto da CPU", disse John Taylor, diretor de marketing da nova linha de chips AMD.

A nova versão do navegador Internet Explorer, da Microsoft, transfere o processamento de recursos gráficos e textos da CPU para a GPU, o que acelera o processo e melhora o visual.

A Nvidia, outra fabricante de chips gráficos, está desenvolvendo GPUs para celulares inteligentes que operam em companhia dos processadores centrais de baixo consumo de energia criados pela ARM Holdings.

Também está encorajando cientistas a usar GPUs para montar supercomputadores que executarão simulações de Física e outras tarefas matemáticas pesadas. Fonte

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Mito ou verdade: resetar o computador várias vezes seguidas estraga a máquina?

Será que resetar o computador diversas vezes pode trazer algum prejuízo para sua máquina?



O tema é controverso, todos sabem, mas muitas pessoas se descabelam todos os dias, tentando descobrir se resetar seguidamente o computador pode trazer algum problema à máquina, seus componentes, softwares e tudo mais. Como o Baixaki está preocupado em sanar as dúvidas mais cruéis dos seus usuários e acabar com todos os grandes mitos do mundo da tecnologia, hoje você vai conferir mais um artigo, voltado a desmitificar um dos assuntos mais debatidos: reset x bom desempenho do computador.

O ditado diz tudo

Já dizia o velho ditado “tudo o que é demais, faz mal”. Desta forma, é possível começar a pensar melhor antes de insistir tanto no botão reset, pois, infelizmente, ele não é o herói do seu computador. Assim como desligar seguidamente o computador – da forma tradicional, através do menu Iniciar – pode acarretar problemas, usar o reset como “saída de emergência” também não é a melhor opção.

Botão da discórdia

Obviamente, se fosse totalmente ruim para o seu computador apelar para o reset, este botão não existiria. Desta maneira, podemos concluir que ele está ali por alguma razão e vamos saber qual é.

Por que não usar o reset?

Imagine que seu computador seja uma centrífuga de roupas e que ela está trabalhando a todo o vapor para deixar suas roupas sequinhas. Agora, pense em abrir a tampa da centrífuga, ou seja, você fará com que ela pare de funcionar bruscamente. Com certeza, ela vai acionar um mecanismo de segurança que pode, inclusive, danificar seus rolamentos e quebrar algum encaixe entre o motor e o cesto de roupas.

Seu computador funciona de forma semelhante, pois se você aperta o botão reset, a energia fornecida para seus componentes é cortada abruptamente e isso pode ocasionar vários danos, essencialmente, em softwares, arquivos do sistema operacional ou outras partes.

Outro ponto desfavorável quanto ao uso do reset é que o seu computador pode estar, naquele momento, realizando a gravação de dados ou pode também não finalizar algum arquivo importante para o sistema e, desta forma, perder informações essenciais.

Quando usar o reset?

O botão reset deve ser usado apenas como última saída – mesmo! Já que ele dá, literalmente, uma pancada no seu computador. Em casos em que o Ctrl+Alt+Del, por exemplo, nem dá sinal de vida, as luzes de processamento no gabinete não piscam ou o mouse não funciona, aí respire fundo e resete o computador.

Reset vicioso

Ok! Você resetou seu computador, mas nem todos viveram felizes para sempre, pois a máquina continua travando e você, consequentemente, resetando. Agora é hora de parar e avaliar a situação do seu PC. Afinal, se ele está se comportando desta maneira é porque há algo errado.

Motivos do travamento

Há inúmeras situações que podem levar ao travamento do seu computador. Sempre há as situações mais comuns. Confira abaixo possíveis causadores de paradas repentinas do seu computador:

VÍRUS: vírus podem ocasionar a lentidão e até o travamento completo do seu sistema. Dependendo do grau de contaminação do seu PC, às vezes é necessário até formatar a máquina. Para evitar isso, tenha sempre um bom antivírus instalado e atualizado.

TEMPERATURA: Poucas pessoas sabem, mas um computador sem o resfriamento adequado é sério candidato a travamentos. Manter as saídas de ar desobstruídas e verificar o funcionamento do cooler podem ser maneiras de evitar que o PC trave.

MEMÓRIA INSUFICIENTE: a falta de memória RAM pode ocasionar lentidão e travamento do computador. Verificar se os softwares que você usa são compatíveis com a quantidade de memória é fundamental.
FONTE: uma fonte incompatível pode ser um dos motivos pelos quais seu computador trava constantemente. Geralmente, fontes genéricas ou as que vêm com computadores montados não fornecem energia suficiente para todo o computador e, sendo assim, o equipamento pode travar.

SOFTWARES PROBLEMÁTICOS: é fato que alguns softwares podem acarretar o travamento do seu computador, principalmente se eles forem pesados. Portanto, antes de instalar um programa mais “parrudo” como um Photoshop, um game ou editor de vídeo, por exemplo, sempre verifique se seu computador aguenta rodar um programa com configurações mais exigentes.

Seja lógico

Para bater o martelo e mostrar que usar o reset a torto e direito são prejudiciais ao seu computador, em primeiro lugar, pare e pense. Quanto tempo o seu computador leva para desligar se você usa o menu Iniciar? Provavelmente, dependendo da sua máquina até um minuto aproximadamente. E por que você acha este processo demorado?

Simples, lembra quando falamos da pancada que se dá no computador ao resetá-lo? Então, quando o computador é desligado de forma correta, ele possui um tempo maior até finalizar todos os processos que está desempenhando. Quem não se lembra da famosa frase do Windows “Seu computador pode ser desligado com segurança”?

Sendo assim, vale a pena tentar de tudo para desligar corretamente o computador, pois procedendo desta forma, suas chances de perder arquivos ou dados importantes são bem reduzidas. Se nada der certo, vá fundo no reset, mas se o problema persistir não deixe seu micro sofrer sozinho, busque o motivo da pane. Fonte

Como limpar inteiramente um computador sem ter medo

Um passo a passo simples de como manter seu computador brilhando.

Todos decerto concordam que a limpeza da casa é algo que se deve fazer com certa freqüência, e também devem de concordar que o computador faz parte da lista de itens que acumulam sujeira e precisam ser limpos.

Mas o que muitos não sabem é que não basta simplesmente passar um espanador no computador para limpá-lo. Por essa razão, será explicado a seguir como você deve proceder para limpar cada parte de seu computador sem prejudicá-lo.

Recomendações

1.Desligue o computador e o retire da tomada;
2.Nunca use água para limpar o gabinete por dentro;
3.Nunca retire as teclas de um notebook;
4.Lembre-se de que em geral os componentes do computador são sensíveis, logo, seja delicado para não prejudicar o funcionamento de sua máquina.

Material necessário

Para fazer a limpeza completa você precisará de:

•Ao menos três panos diferentes (sem fiapos);
•Cotonetes;
•Palito de dentes;
•Detergente;
•Água;
•Aspirador de pó;
•Pincel de cabo longo e cerdas macias;
•Secador de cabelos com ar frio;
•Folha de jornal;
•Chave de fendas;
•Pinça;
•Algodão;
•Lata de ar comprimido (se possível).

Teclado

Operação Básica



Primeiramente, vire o teclado de ponta-cabeça e sacuda-o para tirar parte da sujeira (coloque uma folha de jornal embaixo para não sujar o chão). Utilize agora a lata de ar comprimido para desgrudar um pouco da sujeira das teclas, depois, passe o aspirador de pó por cima do teclado (utilizando o bico com cerdas).

Então, misture um pouco de detergente com água e umedeça levemente um pano nessa solução, a seguir, passe o pano por cima das teclas para retirar a sujeira que fica grudada por causa da oleosidade dos dedos. Por último, passe um pano seco no teclado.

Operação Avançada


De vez em quando pode acontecer de algumas teclas falharem devido ao excesso de sujeira acumulada embaixo delas. Para alcançarmos tal sujeira, as teclas deverão ser removidas, logo, os passos a seguir exigirão um grau maior de delicadeza.

Antes de retirar as teclas tenha certeza de que saberá pô-las em seu lugar correto depois da limpeza. Para isso use sua imaginação, tire uma foto do teclado, faça um desenho da posição das teclas, enfim, o que achar melhor.

Com a chave de fendas em mãos, posicione-a de maneira a imitar uma alavanca e retire as teclas. No entanto, evite tirar teclas grandes, como a “barra de espaços”, “Enter”, “Shift” e “Caps Lock”, pois poderá ser difícil colocá-las novamente em seus lugares.

Retiradas as teclas, espirre o ar comprimido para facilitar o trabalho. Depois, passe um pano levemente umedecido com a mistura de um pouco de detergente com água para remover as sujeiras (use um cotonete para remover a poeira dos cantos que o pano não alcança). Feito isso, seque o teclado e recoloque as teclas.

Mouse

Tanto um mouse óptico quanto um de bolinha podem ser limpos da mesma forma, basta umedecer levemente um pano com água e limpá-lo.

Muitas vezes os usuários de mouses de bolinha podem reparar que a movimentação da seta se torna difícil repentinamente e “sem motivo”. O que causa tal inconveniente é o acumulo de sujeira dentro do mouse, o que acaba travando a movimentação das roldanas que a bolinha move.

Para remover tal sujeira, vire o mouse para cima e retire a bolinha (cuidado, ela é pesada). Depois, pegue um palito de dentes e use sua ponta para “serrar” a crosta de resíduos nas roldanas do mouse, após isso, remova delicadamente a sujeira usando uma pinça. Terminado o processo, bote a bolinha no mouse novamente e pronto.

Cabos Externos

Esta é a limpeza mais simples e menos trabalhosa (se comparada com as outras), pois basta umedecer levemente um pano em uma mistura de um pouco de detergente com água, passar nos cabos e depois secá-los com um pano seco. No entanto, tome cuidado para não se esquecer de secar as partes metálicas dos cabos, pois cometer tal deslize pode significar uma grande dor de cabeça posteriormente.

Monitor

Independente do tipo de monitor que você usa (seja ele daqueles “antigos”, de LCD, ou mesmo se não for um monitor e sim uma televisão), deve-se ter bastante cuidado ao limpar a tela dele, logo, escolha bem o tipo de pano a ser usado para evitar riscá-la.

Para limpar a tela do seu monitor você pode tem duas opções: ou a limpa com um pedaço de algodão levemente umedecido, ou então com um pano igualmente umedecido. Seja qual for o método escolhido, passe um pano seco após limpar a tela.

Para limpar o resto do monitor, basta passar um pano levemente umedecido com água e depois secar com outro pano. No caso de o monitor estar muito sujo, pode-se usar aquela mistura de detergente com água no pano.

É possível também substituir o detergente por álcool (somente quando for limpar o monitor, para as outras partes do computador use somente detergente). No entanto, utilizar álcool pode fazer o monitor desbotar com o tempo, por isso não é muito aconselhado utilizá-lo. Se este for o caso, se limite a apenas algumas gotas e a partes externas, sendo a exceção a tela.

Gabinete

Nossa cabeça armazena a parte mais importante do nosso corpo: o cérebro. E assim como nossa cabeça, o gabinete armazena as partes que dão “vida” ao computador, portanto, você deve usar o máximo de cuidado ao realizar as operações seguintes.

Exterior


Desencaixe todos os cabos e use um aspirador de pó para aspirar a sujeira das entradas de ar (buracos) do gabinete. Agora passe um pano umedecido com a mistura água-detergente (citada anteriormente) no restante do gabinete, tomando cuidado para não deixar qualquer gota cair pelas entradas de ar.

Depois, tire o excesso de detergente com outro pano umedecido somente com água, e por último, pegue um pano seco e seque o gabinete. Em certos lugares (como ao redor do botão de liga/desliga) você pode usar um cotonete para limpar, no caso o pano não dar conta do serviço.

Interior



A limpeza dessa parte é muito importante, pois o desempenho do computador pode ficar comprometido devido ao superaquecimento provocado pelo mal funcionamento dos sistemas de refrigeração interna do gabinete.

O funcionamento indevido de tal sistema geralmente pode ser devido à vida útil do equipamento ter chegado ao fim, ou então ao fato de muita sujeira ter sido acumulada nas ventoinhas, impedindo assim que elas girem o suficiente para evitar o aquecimento excessivo do computador.

Tome muito cuidado com os componentes eletrônicos (quadrados geralmente verdes e cheios de linhas metálicas,) que ficam dentro do gabinete (não passe pano neles!), pois qualquer acidente, por menor que seja, pode prejudicar seu computador.

Use o pincel para varrer, delicadamente, a sujeira das partes onde o aspirador de pó não alcança, até uma área que ele a alcance. Agora, bote um bico fino no aspirador de pó, e aspire a sujeira do cooler (aquele componente que parece um ventilador), a sujeira de todas as entradas de ar e aquela sujeira que foi varrida. Lembrando que para utilizar aspiradores de pó deve-se ter um bico extremamente fino e muito cuidado. Na dúvida, utilize o pincel.

A seguir, pegue um pano seco e use-o para tirar o pó dos fios de dentro do gabinete e para remover a sujeira que resistiu ao aspirador de pó e ao pincel.

Pronto!

Parabéns, se você chegou até aqui, seguindo todos os passos acima, seu computador deve estar tinindo! Fonte

Como prolongar a vida útil do computador

Algumas dicas que podem ajudar a prolongar a vida útil do seu computador.



Um computador tem um tempo de vida útil estimado entre dois e quatro anos. Conforme a utilização aplicada e os cuidados dispensados a uma máquina, (também levando em conta os componentes instalados) esse tempo pode aumentar ou diminuir drasticamente.

Por tratar-se de um equipamento que não é dos mais baratos, o qual certamente no momento da aquisição ninguém pretende trocar em alguns meses ou somente um ano, alguns cuidados simples podem ser aplicados de forma a garantir um melhor desempenho e tempo de uso para seu computador.

Algumas das alterações propostas neste tutorial (com relação à limpeza de Registros, programas e desfragmentação) podem modificar seu computador e sempre é recomendado criar um ponto de restauração, para que caso algo não saia conforme o desejado seja possível voltar atrás de uma maneira fácil e com o menor coeficiente de insatisfação possível. Também, é sempre uma boa ideia monitorar o sistema para verificar se os efeitos trazidos por alterações foram satisfatórios.

Limpeza de componentes



Assim como você não gosta de sujeira, seu computador também não. Tanto o cooler quanto o gabinete acabam acumulando muita poeira (sem contar os outros componentes) e isso é prejudicial para o bom desempenho da máquina.

Para prevenir o mau funcionamento do computador é recomendada uma limpeza periódica (ao menos do gabinete e do cooler) entre seis meses e um ano, para computadores que ficam em ambientes com pouca poeira, e a cada três ou quatro meses no caso de ambientes com muita poeira ou que passaram por reformas recentemente.

Lembre: utilize um pincel ou algo macio para a limpeza e tome cuidado ao retirar o cooler para limpeza, pois ele fica quase em cima do processador. E claro, limpar os periféricos também ajuda a prolongar a vida útil desses itens.

Manter refrigerado e em local apropriado



Proteja o computador do sol, umidade, líquidos e luz solar em excesso. Luz solar direta sobre o gabinete associada a um ambiente com pouca ventilação pode causar superaquecimento e travamentos. Adicionalmente, você deve ter equipamentos para refrigeração adequados, conforme os componentes que você tenha instalados.

Como um recurso mais acessível e fácil de ser encontrado, você pode adicionar coolers na placa de vídeo, processador e gabinete. Existem componentes com tamanho e potência adequada para cada caso e existem programas que podem ajudá-lo a verificar a temperatura de seu computador e apontam se ela está adequada.

Da mesma forma, não é recomendado fazer overclock no processador ou placa de vídeo, pois se o computador não receber ventilação adequada, esse procedimento pode causar a perda do componente em questão.

Desinstalar programas não utilizados

Para esta tarefa é recomendada certa cautela e escolha criteriosa a fim de evitar posteriores inconvenientes.
Verifique se há programas não usados e utilize a ferramenta de desinstalação. Não se esqueça de apagar as pastas dos programas desinstalados.

Limpeza de registros

Os Registros do Windows são constantemente atualizados e modificados, mesmo que você não saiba disso. Quando se instala um programa, as informações dele são adicionadas ao Registro. À medida que instalações são feitas, novas alterações ocorrem, porém, quando um programa é desinstalado, essas informações permanecem no Registro fazendo com que ele acumule dados desnecessários.

Essas entradas inválidas no Registro podem causar travamento e erros no computador, portanto é recomendado que se faça constantemente uma limpeza nos Registros para otimizar o desempenho e retirar informações inúteis.

Desfragmentação do sistema

Após muitas alterações, instalações e desinstalações feitas em seu computador, ele começa a ficar lento, pois o sistema demora muito tempo para encontrar o caminho dos programas em meio a tantos “restos” deixados entre eles. Quando isso acontece, é necessário fazer uma desfragmentação de disco, para que o sistema possa organizar seus arquivos.

Este é um procedimento simples, porém requer algum tempo com o computador parado para que seja realmente efetivo seu resultado.

Instalar e manter atualizados antivírus, firewall e anti-spyware



Nem é preciso comentar que à medida que a internet evoluiu, juntamente as “pragas virtuais” acabaram por se propagar com mais facilidade. Hoje, todo internauta sabe que precisa se proteger contra vírus, trojans, worms, spywares e outras formas de acesso indesejado que podem acabar em uma grande dor de cabeça.

Códigos mal intencionados e esse tipo de ameaça podem danificar, travar, causar comportamento inadequado de programas ou até mesmo consequências mais drásticas (como danos irreparáveis) ao computador. Para evitar este tipo de transtorno, tenha sempre bons antivírus, anti-spyware e firewall devidamente instalados e atualizados.

Uma medida simples, porém efetiva, é sempre tomar cuidado ao abrir (ou executar) anexos de emails vindos de fontes desconhecidas.

Ligar e desligar o computador

O ato de ligar e desligar o computador continuamente pode causar o desgaste acelerado de alguns componentes, principalmente coolers e discos rígidos. Alguns dos erros causados pelos SOs poderiam ser evitados se o computador pudesse permanecer sempre ligado, pois muitas vezes é no ato de desligar a máquina que alguns arquivos são corrompidos, causando erros antes inexistentes.

Não ligar o computador em tempestades



Ligar o computador quando o mundo está acabando lá fora pode trazer problemas. As descargas elétricas geradas durante uma tempestade podem causar a queima de componentes essenciais trazendo como consequência a perda total do computador.

Estabilizadores e no-breaks

A rede elétrica tem muitas oscilações de tensão, que podem causar danos ao computador. É recomendado que você tenha ao menos um estabilizador para prevenir isso, mas o ideal mesmo seria comprar um no-break, pois mesmo que ocorra uma queda de energia, o computador permanece ligado para que você possa desligá-lo de maneira apropriada.

Evitar choques no gabinete

Proteja seu gabinete! Os discos rígidos rodam com uma velocidade muito alta e choques contra o gabinete podem causar travamentos ou até mesmo danificá-los.

Memória RAM e HD

Trocar o disco rígido e a memória RAM são procedimentos que não necessariamente aumentam a vida útil de um PC, mas podem prolongar seu tempo de permanência com um computador. O disco rígido, com o tempo de uso, acaba se desgastando e trocá-lo pode ser uma alternativa menos dispendiosa do que trocar o computador inteiro. Aumentar a quantidade de memória RAM (conforme a capacidade disponível) certamente vai melhorar o desempenho do computador.

Formatar o computador

Esta não é a solução para todos os problemas, porém é um procedimento que pode ser muito saudável se feito de tempos em tempos. Quanto tempo? Para responder a uma pergunta como essa, deve-se aplicar bom senso.

Se seu computador está lento, travando e com o desempenho muito abaixo do esperado e, não importa o que seja feito, nada resolve, talvez seja um bom momento para uma formatação. Fonte

Processador em chamas!

Quais os efeitos que a alta temperatura causa no processador?

Assim como todas as demais partes do seu computador, o processador esquenta durante o uso. Se este calor for excessivo, poderão ocorrer diversas manifestações de instabilidade no sistema, variando desde travamentos ocasionais em dias calorosos a casos mais graves, como a queima do componente.

O processador, por estar em uso contínuo, deve ser constantemente refrigerado, caso contrário atingirá temperaturas elevadas, podendo chegar facilmente a 100ºC. Existem vários fatores que fazem com que o processador trabalhe em temperaturas acima do normal. Veremos agora quais são eles.

Problemas e Prevenções

Quais são os fatores que fazem o processador esquentar demais?

Cooler



O principal componente na refrigeração do processador é o cooler. Ele é o conjunto de um dissipador de calor acoplado de uma ventoinha (também chamada de fan). Você deve tomar cuidado se ele estiver apresentando ruídos excessivos, pois isso indica que ele não está trabalhando normalmente, e que está fazendo muito esforço.

Você deve ficar atento também se for trocar o processador. Se não vir nenhum cooler junto do novo processador (o que não aconteceem modelos Box), você deve ter certeza de que o atual da sua máquina suporta o processador novo. Caso contrário, você terá sérios problemas com o funcionamento.

Pasta Térmica

Outro item importante é a pasta térmica. É ela que transmite diretamente o calor gerado pelo processador para o dissipador de calor, que então é resfriado pela ventoinha do cooler. Geralmente os computadores já vêm com o tipo e quantidade de pasta térmica necessária para o devido resfriamento, mas existem algumas marcas e modelos que são melhores e podem ajudar a melhorar a temperatura do processador.

Se algum dia você resolver tirar o cooler e sem querer retirar a pasta térmica do dissipador de calor, EVITE ligar o computador sem a pasta térmica. Ela é essencial para o resfriamento do processador.

Organização Interna do Gabinete

A forma como os cabos estão dispostos dentro do gabinete do computador fazem muita diferença Note se há circulação de ar no interior do gabinete e se os cabos dentro dele não estão desarrumados, de modo que não permitam o ar circular.

Na imagem abaixo podemos ver um exemplo de como você NÃO deve ajeitar os cabos dentro do seu computador:



Consequências

Seu processador pode queimar de verdade!

Os resultados da alta temperatura do processador podem ser os mais diversos. O mais comum é ocorrer o travamento (freeze) do sistema operacional ou o reset (reinicialização) da máquina. Isso também faz com que diminua da vida útil do processador.

Se o seu computador não possuir algum dispositivo de segurança contra superaquecimentos – o que hoje é comum em praticamente todas as máquinas disponíveis no mercado – seu processador poderá até mesmo queimar!

Muitas vezes, o descuido com a temperatura do processador pode fazer com que o PC fique inutilizável. Felizmente, existem algumas soluções caso você venha a ter problemas de aquecimento excessivo, como, por exemplo, melhorar a temperatura interna do gabinete, o que consequentemente facilitará a refrigeração do processador.

Dicas para evitar o aquecimento

Algumas dicas para resfriar seu gabinete.



Instale Novos Coolers

Algo que pode ajudar a diminuir a temperatura dentro do gabinete é a instalação de coolers de exaustão. Alguns modelos são instalados em slots localizados atrás do gabinete, e outros na lateral. Eles servem para retirar o ar quente de dentro do computador. Esta é uma opção fácil de aplicar e que pode ser útil. Apenas fique atento se o ar expelido é realmente quente, pois se for frio significa que ele pode estar prejudicando a refrigeração do sistema.

Troque o Cooler Principal

Outra solução para diminuir a temperatura do processador é trocar o cooler. Os coolers que vêm por padrão com os processadores são suficientes, mas não chegam a ter potência de sobra. Hoje, existem vários modelos e marcas diferentes que podem melhorar bastante a refrigeração do processador. Um bom exemplo – e não tão barato – é o Water Cooler, um sistema de refrigeração que utiliza a água ao invés de ventoinhas.

Resfrie-se!

O ambiente também pode influenciar. Ou seja, se a sala em que você está é bem refrigerada, o computador sofre menos. Você pode então instalar um ar condicionado na sala em que usa o computador para ajudar a diminuir a temperatura. Esta talvez não seja a opção mais barata.
Aplicativos

Programas que monitoram o computador.

Existem alguns programas que monitoram a temperatura não apenas do processador, mas de todo o seu computador. Há também softwares que fazem Stress Testing (teste de esforço) para verificar como o PC se comportará em condições extremas – as quais são de grande importância para observar o funcionamento adequado.

Setup da BIOS

O mais simples de todos – e que já vem por padrão em todos os computadores – é o setup da BIOS. Para entrar nele basta pressionar DEL após ligar a máquina (em alguns PCs o botão pode ser diferente). Ele possui opções que mostram como está a temperatura do seu processador. Esta opção se localiza no menu “PC Health Status”, e informa a temperatura do processador, além da temperatura dentro do gabinete e da velocidade do cooler do processador.

O ponto mais interessante do setup é que podemos especificar uma temperatura máxima que o processador poderá atingir. Caso ele atinja essa temperatura, o setup ativa recursos de segurança, como em alguns casos em que o computador começa a emitir bips. Alguns outros modelos de placa-mãe permitem habilitar uma opção que desliga o computador se a temperatura limite for atingida.

Você deve tomar cuidado caso queira usar alguma das opções acima citadas, pois se especificar uma temperatura muito baixa, o sistema começará a apitar ou desligará sem haver necessidade.

Apesar de ser funcional, esta opção do setup não é a mais indicada, visto que ela é capaz de monitorar seu sistema apenas quando acabamos de ligá-lo, sem poder verificar como ele ficará quando a máquina fizer maiores esforços.

HWMonitor

Ele é pequeno e funcional, e é grátis.
Contudo, não basta apenas monitorar o computador enquanto estiver simplesmente navegando pela internet. Deve-se ficar atento ao funcionamento dele em momentos extremos.

Lenha da Fogueira

Afinal, qual é a Temperatura Máxima dos processadores?



Geralmente, a temperatura máxima está entre 60ºCe 75ºC. Em alguns casos ela chega aos 80ºC e em outros ainda até os 100ºC! Tudo vai depender da marca e do modelo do processador que seu computador possui.

Para saber qual é o modelo do seu processador, você pode usar o Everest ou o CPUz. Feito isso, recomendamos que você dê uma olhada no site do fabricante do modelo. Lá, você certamente encontrará as especificações necessárias para saber se está tudo em dia com seu processador.
Enfim, é importante ficar de olho na temperatura do processador. Qualquer sinal de comportamento estranho – travamentos e reinicialização – pode estar relacionado ao superaquecimento do processador (seja do computador ou da placa de vídeo), e se você não tomar cuidado acabará desembolsando mais dinheiro do que gastaria em um cooler novo. Fonte

Mito ou verdade: recarregar a bateria muitas vezes ao dia estraga o aparelho utilizado?



Desvendamos os segredos por trás deste mito que tanto assusta donos de notebooks e smartphones.

Uma das dúvidas mais recorrentes de quem acabou de adquirir um aparelho com baterias recarregáveis está relacionado a formas de prolongar a vida útil do dispositivo. Afinal, ninguém gosta de ver o tempo de carga de seu dispositivo acabando em um ritmo cada vez mais rápido, tornando obrigatório levar um carregador de um lado para o outro.

Infelizmente, quando se trata da manutenção de baterias, o nível de desinformação encontrada é muito grande. Uma simples pesquisa em sites de busca indicam as mais diferentes soluções para prolongar a vida de dispositivos e até mesmo reviver aparelhos dados como mortos.

Mas afinal, será que recarregar constantemente a bateria de meu notebook vai danificar o aparelho? Qual a melhor forma de guardar a bateria reserva de um celular que não será utilizada durante um bom tempo? E é verdade que basta aquecer ou congelar uma bateria para que ela reviva milagrosamente?

São essas e outras perguntas comuns que o Baixaki responde neste artigo. Fique ligado, pois além de desvendarmos os mistérios por traz desses mitos, fornecemos dicas valiosas para manter suas baterias sempre cheias, ao mesmo tempo em que se prolonga a vida útil de aparelhos.

Desvendando o mito

Antes de nos aprofundarmos na forma como baterias funcionam, é preciso responder à pergunta que dá título ao artigo: recarregar constantemente o aparelho, hoje, é o método recomendado pelos fabricantes. Em resumo, realizar diversas recargas antes do término da bateria não vai estragar seus aparelhos.

Dessa forma, quem deixa dispositivos conectados muito tempo à uma tomada não precisa se preocupar em perder desempenho ou com possíveis danos causados pelas constantes recargas.

Vale mencionar que até alguns anos atrás a resposta seria totalmente diferente, devido ao chamado efeito memória, muito comum em aparelhos com mais idade. Antigamente, as bateria utilizadas eram feitas de Níquel-Cádmio, uma tecnologia menos eficiente e que costumava apresentar vários problemas em caso de recargas recorrentes.

O efeito memória funciona da seguinte forma: quando um aparelho era recarregado, a bateria se lembrava da carga inicial e a considerava como o ponto zero. Assim, se você recarregasse o aparelho com 80% da carga, eram grandes as chances de que, em pouco tempo, só fosse possível utilizar os 20% restantes da bateria – o que significa muito pouco tempo de uso e a dependência da conexão com uma fonte de energia externa. Dessa forma, a melhor maneira de prolongar a vida dos aparelhos era sempre recarregá-los somente quando não houvesse mais energia.

Com as baterias baseadas em Íon-Lítio (que equipam praticamente a totalidade dos aparelhos portáteis atuais), o efeito memória desapareceu completamente. Isso significa que não importa se a bateria está com 40% ou 70% de vida – a recarga pode ser feita sem nenhum problema ou perda de desempenho. Inclusive o recomendado é deixá-la o mais próximo da carga total sempre que possível.

Como prolongar a vida da uma bateria de Íon-Lítio

Agora que ficou claro que, em se tratando de baterias atuais, recarregá-las constantemente não apresenta nenhum dano, é hora de falar um pouco sobre como funciona a tecnologia Íon-Lítio. Antes de qualquer outra informação, é preciso saber que baterias do tipo ainda não amadureceram totalmente, e cientistas testam constantemente novas combinações de produtos químicos para aumentar sua eficiência e tempo de duração.

Baterias de Íon-Lítio funcionam através de ciclos de recarga (com média que fica entre 300 a 500 recargas, dependendo do tipo de aparelho utilizado). Cada vez que o dispositivo é descarregado totalmente, perde-se um ciclo de vida útil – em teoria uma bateria do tipo só precisa ser substituída após o usuário descarregá-la totalmente 500 vezes. Ou seja, caso se siga o mesmo procedimento necessário nas baterias de Níquel-Cádmio, em pouco tempo seus aparelhos só funcionarão conectados a uma fonte de energia.

Dessa forma, o ideal é que você recarregue constantemente sua bateria, mesmo que ela ainda possua uma boa quantidade de carga. Portanto, não precisa se preocupar em deixar seu celular com 60% de carga conectado ao carregador meia hora antes de sair de casa – inclusive esse é o tipo de procedimento recomendado pela maioria dos fabricantes.

O problema que pode ocorrer devido à recarga constante dos aparelhos está na exibição do nível de carga. Isso é comum, principalmente em celulares e notebooks, que podem indicar um nível maior ou menor de carga do que aquele realmente disponível. Isso pode ser resolvido de maneira fácil, basta descarregar totalmente a bateria do aparelho para recalibrar o medidor dos dispositivos. O recomendado é que esse processo seja feito uma vez a cada três meses, evitando assim maiores problemas.

Em geral, uma bateria de Íon-Lítio conservada em condições ideais dura entre dois a três anos de uso constante. Isso acontece devido aos processos químicos naturais que acontecem nos dispositivos e que aumentam sua resistência interna devido à oxidação. Eventualmente, a resistência atinge um ponto em que a bateria não é mais capaz de fornecer energia, mesmo que possua carga interna disponível.

Por esse motivo, é comum que baterias durem mais em dispositivos que exigem pouco consumo de energia. Afinal, neles não é preciso que a taxa de transferência de energia seja muito alta, o que possibilita seu uso mesmo quando a resistência interna é muito grande. O aumento da resistência interna é mais comum nas baterias Íon-Lítio que utilizam cobalto em sua composição, caso de smartphones, câmeras fotográficas e computadores portáteis.

Já aquelas baseadas em manganês (utilizadas em ferramentas elétricas, por exemplo) possuem uma carga energética menor, mantendo a resistência interna em níveis estáveis – nesse caso, a perda de vida útil se dá pela decomposição química de elementos internos.

Calor, o grande inimigo das baterias

Agora que você sabe que não é preciso descarregar totalmente um dispositivo antes de recarregar a bateria, deve estar pensando: então não tem problema eu manter um aparelho conectado o tempo toda à tomada e só desconectá-lo na hora de sair de casa, certo? Bom, em teoria sim, mas na prática não é bem o que acontece.

Embora em matéria de ciclos de vida não haja nenhum problema em manter um dispositivo totalmente carregado conectado à tomada, é preciso levar em conta que o fluxo constante de energia tende a aquecer o aparelho. Comprovar isso é uma tarefa muito fácil, especialmente se você possui um notebook – ao comparar a temperatura de um aparelho desconectado a um em processo de carregamento é fácil notar a diferença de temperatura.

Basta lembrar das aulas de química ministradas em qualquer colégio para saber que o calor funciona como um dos mais eficientes catalisadores da natureza. Ou seja, quanto maior a temperatura de uma bateria, maior a velocidade com que ocorrem seus processos químicos naturais - o resultado é um dispositivo que utiliza ciclos de vida em uma velocidade maior do que a normal.

Dessa forma, manter um aparelho conectado constantemente a uma tomada pode significar perder em pouco tempo sua capacidade de recarga, forçando o usuário a investir em uma bateria substituta. Por isso, o recomendado é retirar a bateria sempre que o plano for utilizar o aparelho durante longos períodos conectados a uma fonte de energia – conselho especialmente válido para donos de notebooks. Nessas horas é preciso optar entre o risco de perder dados não salvos em caso de uma queda de energia ou ver a vida útil da bateria diminuir em ritmo acelerado.

Dicas para prolongar a vida útil

Agora que já se tem uma ideia básica de como uma bateria de Íon-Lítio funciona durante o processo de recarga, é possível programar o uso dos aparelhos para obter o máximo de vida útil possível. Note que não há remédio para recuperar baterias desgastadas por processos químicos – em geral, esquentá-las um pouco diminui a resistência interna e permite acessar a energia armazenada, mas basta voltar à temperatura normal para o problema retornar.

Abaixo, seguem algumas dicas simples que ajudam a prolongar o tempo de uso de sua bateria e que evitam ter que substituí-las antes do período programado durante sua produção.

Recarregue constantemente seus aparelhos

A primeira dica tem tudo a ver com o título do artigo: a melhor maneira de manter seus aparelhos saudáveis é recarregá-los constantemente, de preferência muito antes de sequer pensar em acabar a bateria. Além de permitir que você os utilize durante um tempo mais prolongado, o processo evita o desperdício de importantes ciclos de vida.

Porém, lembre-se de que a descarga completa de um dispositivo é necessária para calibrar o medidor de energia de aparelhos. Dessa forma, recomenda-se descarregar totalmente um aparelho a cada três meses, para evitar qualquer tipo de problema nos indicadores. Em geral, esse ritmo é mais do que suficiente para manter a saúde de sua bateria.

Evite o calor a todo custo

Como já foi exposto durante o artigo, temperaturas elevadas são os principais inimigos de sua bateria. Afinal, elas aceleram o processo de desgaste dos dispositivos e podem resultar em acidentes mais graves, como incêndios.

Além de retirar a bateria de um aparelho sempre que ela atingir 100% de carga e uma fonte de energia continuar conectada, evite utilizar o aparelho em espaços pouco ventilados ou deixá-lo armazenado junto a fontes de calor. Assim, você prolonga o tempo de vida da bateria e evita a ocorrência de problemas mais graves que podem por em jogo um dispositivo valioso.

Guarde baterias em um local adequado

Essa dica é especialmente importante para quem mantém uma bateria extra para momentos de necessidade ou precisa armazenar dispositivos durante muito tempo sem uso. Como o circuito de proteção de uma bateria precisa de um pouco de energia para operar corretamente, nunca se deve deixá-la guardada sem carga alguma.

Algumas baterias de Íon-Lítio falham ao ficar muito tempo com a carga mínima, que no geral gira entre 2,5 Volts por célula. Caso esse limite mínimo seja ultrapassado, o circuito de segurança interno deixa de funcionar corretamente e indica que a bateria está morta, situação na qual os carregadores comuns de nada servem. Alguns fabricantes dispõem de alternativas que recuperam dispositivos nesse estado, mas em geral é perigoso tentar fazer o processo sozinho por questões de segurança.

O ideal é que, ao guardar uma bateria, ela esteja com cerca de 40% de sua carga total disponível. Após um determinado período de tempo, é comum que ela perca um pouco dessa capacidade devido ao circuito de proteção – por isso, quando for utilizá-la novamente, o recomendado é deixá-la carregar totalmente antes de utilizar o dispositivo desejado.

Também procure deixá-la em um ambiente arejado, evitando assim qualquer problema de superaquecimento. Afinal, mesmo durante os momentos de repouso de um aparelho os processos químicos de uma bateria continuam agindo de maneira constante – quanto mais amena a temperatura, menor o ritmo com que eles ocorrem e, consequentemente, maior a vida útil total do dispositivo. Fonte

sábado, 16 de outubro de 2010

Como melhorar o sinal wireless em casa?


Sinal baixo ao usar conexões Wi-Fi em casa? Veja algumas dicas de como melhorá-lo

Antes precisávamos de uma série de cabos para conseguir ter uma boa conexão no computador. Um que vá ao modem, depois outro que chegue ao HUB e mais um para conectar seu PC. Bem, isso tudo pode ser facilmente minimizado ao usar uma rede wireless.

O problema é que muitas pessoas não trocam a sua rede com cabos por um roteador sem fio porque nem sempre o sinal wireless é forte o suficiente, e você ainda acaba por ter uma perda significativa de velocidade em sua conexão.

Outro fato bastante comum é a variação de sinal, que às vezes só é forte próximo do roteador. Mas há várias maneiras de melhorar o sinal Wi-Fi — confira as nossas dicas:

Primeiro passo: identificar o problema

Antes de tudo, você precisa identificar o que está causando a queda do sinal ou a lentidão ao utilizar a conexão wireless. Dê uma olhada onde seu roteador Wi-Fi está colocado. Procure deixá-lo em locais centrais de sua casa, de maneira que atinja todos os cômodos.

Ele deve também ficar em uma altura elevada, como sobre uma estante. Preste atenção em paredes e objetos metálicos extremamente densos, pois prejudicam bastante o sinal. Veja mais detalhes sobre isso no artigo “Melhor posição para roteadores sem fio”.

Para testar o estado do sinal, utilize também outros dispositivos, como celulares e portáteis compatíveis com conexões wireless. Assim você pode saber se o problema parte do computador ou do roteador.

O problema é o PC

O seu computador também pode ter problemas no recebimento do sinal. O recomendável é que ele não fique no chão, e sim elevado em alguma superfície, pois ele precisa receber o sinal de maneira desimpedida. No caso de notebooks isso pode ser mais simples, já que ficam sobre mesas e a recepção acaba por ser melhor.

Em alguns casos, a placa de recepção Wi-Fi pode não ser boa o suficiente ou apresentar problemas. A resolução do problema pode ser comprar uma nova placa PCI ou um adaptador USB para recebimento de sinal sem fio. Verifique também se os drivers de todos os dispositivos estão atualizados.

O problema é o roteador Wi-Fi

Canal do roteador: os roteadores costumam vir com um padrão de fábrica. Pense que os eletrônicos sem fio utilizam, geralmente, a mesma frequência. Sendo assim, é necessário modificar o canal em que o roteador trabalha para não haver nenhum tipo de complicação no sinal. Para mudar o canal do roteador é possível usar o programa NetStumbler (clique aqui).

Atualize o firmware: acredite se quiser, mas atualizar o software de seu roteador pode fazer uma diferença enorme na qualidade da transmissão e recebimento de dados. Para atualizar o firmware do roteador você deve ir até o site do fabricante e procurar atualizações para o modelo que você tem.

Antenas do roteador Wi-Fi: elas são medidas em uma unidade chamada dBi que, de modo resumido, corresponde ao ganho de energia obtido nos planos vertical e horizontal. Quanto maior o dBi, maior e melhor o alcance das antenas que estão conectadas ao roteador. Assim, se você conseguir antenas mais potentes, os obstáculos e a distância tornam-se um problema menor.

Se você tiver um roteador que permite trocar as antenas, experimente fazer isso. A maioria deles vêm com antenas de 2 ou 3 dBi, então trocar por algumas mais potentes é uma boa resolução de problemas. Os preços de antenas com 12 dBi, por exemplo, custam menos do que 100 reais.

Direcione o sinal: quando o roteador wireless está ligado, o sinal vai para todos os lados. E você pode aumentar a intensidade dele ao direcionar exatamente para o local que você quer como receptor do Wi-Fi. Para isso, experimente fazer uma “gambiarra” utilizando uma lata de refrigerante, por exemplo, criando uma espécie de parábola na antena do roteador. Veja o vídeo abaixo:


Repetidores: eles também são bastante eficientes quando se fala em aumentar a efetividade com que o sinal chega. A função dos repetidores é simples: eles reenviam o sinal wireless obtido do roteador principal, como se fossem espelhos. Dessa forma, você pode dividir o espaço total de sua casa em dois ou mais pontos principais e obter uma cobertura Wi-Fi muito mais eficiente.

Nada disso resolveu. E agora?

Se você já tentou configurar corretamente o computador, atualizou os drivers do roteador (que está colocado em um bom local), adquiriu novas antenas e mesmo assim o sinal continua muito ruim, a solução pode ser comprar um novo roteador Wi-Fi.

É possível que o modelo que você tem não seja muito bom. Logo, uma boa ideia é pesquisar os roteadores existentes no mercado e verificar quais deles têm melhores qualidades de sinal e funcionamento para os usuários. Fonte